I'm still looking up


Ana Carolina, 18, Minas Gerais.


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"Do nada acabou
Do nada virou pó
Do nada você sumiu
Do nada eu fiquei só."




"Meus olhos, chorosos de saudade, ainda esperam o momento em que seus passos atravessarão a porta do meu quarto. Tolos, desconhecem a sua mania de ser ausente e o seu jeito indiferente de lidar com quaisquer circunstâncias a que seja submetido. Talvez eu tenha me apaixonado exatamente pelo seu dar de ombros. Porém, logo recordo do seu sorriso torto e da mania que tem de morder os lábios quando está nervoso, e, então, percebo que também sou apaixonado pelos seus detalhes mais incomuns. Você é do tipo de pessoa que eu cultivaria na janela do meu quarto feito uma plantinha de estimação e cuidaria durante todos os dias de sua vida, até que não houvesse mais sol e suas folhas, tristonhas, murchassem. O meu amor é o silêncio calmo que aguarda calado a sua vinda até nos dias mais remotos. E não tenho medo de amar demais. Amarei até o momento em que meu coração estiver disposto a suportar as suas chegadas e partidas. Se não formos nós, será eu. Eu e tudo aquilo que restar em mim."



"O que eu peço é que você seja sempre de verdade também. Que me queira assim, imperfeita e cheia de confusões. Que saiba os momentos em que eu preciso de uma mão passando entre os fios de cabelo. Que perceba que às vezes tudo o que eu preciso é do silêncio e do barulho da nossa respiração. Que veja que eu me esforço de um jeito nem sempre certo. Que veja lá na frente uma estrada, inteiramente nossa, cheia de opções e curvas. E que aceite que buracos sempre terão."



"Não é um “até amanhã” nem “até breve” e nem “até mais”. É um “até você mudar” ou “até você não ser mais quem você é”. Até nunca, então."



"É que, atualmente, encontrar alguém pra trepar anda mais fácil que alguém disposto a escutar você."



"Amor, quando é amor, termina em barraco. Se termina em silêncio, já não era mais nada."