I'm still looking up

Acredito que o quanto maior for a sua ânsia em atingir o alvo, quando atingi-lo, o mais provável é que pequenos detalhes lhe desapontem. Portanto, vá com calma, tire um tempo para pensar, afinal, a vida é cheia de alternativas, quem disse que a primeira é sempre a única?!
Ana Carolina, 17, Minas Gerais.


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”(…) Pois não há inverno perturbador que não se resolva com uma bela xícara de café quente e uma bela pessoa para se beijar a ponta do nariz quando este estiver congelando. Eu gosto do frio. Eu gosto de me sentir segura no frio. Mas, de fato, o que eu gosto na vida é o quente por dentro e o frio por fora. Tudo parece se encaixar assim, quando encontro você sorrir assim, me proporcionando essa chance de me sentir assim, de novo. Fervendo. Borbulhando. Amando. Você, meu bem! (…)”

— Ana Carolina  (via onlybepretending)



" (…) O amor se esgota. A necessidade por uma pessoa se esgota. E o amor também. Não importa qual tamanho seja ele, não importa quão enorme ele seja. O amor simplesmente se esgota."



"Eu queria ter a capacidade de entender melhor as coisas. Não, não, mentira. Bastava te entender. E aí mais nada importaria. Queria olhar-te nos olhos e ler-te. Queria segurar teu queixo, só por uns instantes, para que tu fixe o olhar no meu, pr’eu poder adentrar no teu poço de mistérios; e assim, tu acabaria por perceber também, que por dentro de mim, só existe você. Nos meus pensamentos, no coração, e até nos pulmões! Eu te respiro."



“E no fim a culpa é realmente minha. Eu sou aquele tipo de romântica incorrigível, eu leio romances, eu vejo romances, eu presencio romances e no fim acabo por acreditar que a minha vida também é uma porra de um romance. Que, mesmo quando o mocinho abandona a mocinha por motivos fora de seu alcance, no fim, ele irá voltar para resgatá-la. E que, fielmente, irá amá-la todos os dez vinte trinta anos que ficaram separados. Mas, e daí? Daí que a vida não é assim. Que amor desta natureza é uma agulha no palheiro, ou só ocorrem em filmes, em livros. Não na minha, na sua, na vida de todos os reles mortais. E a minha grande dificuldade, mais uma vez, é perceber que quando alguém diz adeus, quase sempre, é pra valer. Não quis ficar. Não fui o suficiente. Por fim, tenho que recolher a minha insignificância e seguir em frente, pois não é isso que o ser humano faz constantemente? Seguir em frente, seja como for.”

— Ana Carolina  (via onlybepretending)


"— Você o ama?
— Amei por muito tempo.
— O verbo “amar” no passado não existe. Ou se ama pra sempre ou nunca se amou verdadeiramente.
Ela sorri.
— Não, o amor é forte e pode ser duradouro. Mas ele também se cansa quando não é correspondido, quando é maltratado e quando ninguém se importa. O verbo amar no passado existe sim, amar sozinho que não. Porque o amor também é troca: um faz o outro feliz, simples."